API
Sigla em inglês para interface de programação de aplicações: um combinado que permite a um programa pedir dados ou serviços a outro programa.
API é a sigla, em inglês, de Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicações. Nome complicado para uma ideia simples: é o jeito combinado de um programa conversar com outro.
Pense no balcão da padaria. Você não entra na cozinha, não mexe no forno, não sabe a receita do pão de queijo. Você faz o pedido no balcão, do jeito que a padaria entende (“meia dúzia de pão francês”), e recebe o que pediu. A API é esse balcão: diz o que pode ser pedido, como pedir e o que vem de volta. O resto fica escondido lá dentro.
A IBM define API como um contrato que permite a um software acessar dados ou funções de outro software, expondo só o necessário e mantendo ocultos os detalhes internos. Isso protege o sistema e simplifica a conversa entre eles.
Exemplo da AWS: o aplicativo de previsão do tempo no seu celular não mede a chuva sozinho. Ele “conversa”, por meio de uma API, com o sistema do instituto meteorológico e mostra o resultado na tela. Do mesmo jeito, quando um site de loja mostra um mapa com os endereços das unidades, provavelmente está usando a API de um serviço de mapas, como no exemplo citado pela IBM.
Serviços de inteligência artificial também podem ser oferecidos desse jeito: um aplicativo manda o pedido para a API do serviço e recebe a resposta pronta.
Como nem todo mundo pode entrar no balcão para pedir qualquer coisa, muitas APIs exigem identificação, com uma chave de API ou um token de acesso.